segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Assassnatos na Rua Morgue e outars histórias

                        Autor:Edgar Allan Poe
                        Editora:L&PM

                A história se passa em Paris onde o narrador conhece Monsieur Dupin em uma livraria e os dois se tornam amigos.O narrador aluga uma mansão assombrada e passa a morar junto com o Monsieur Dupin.
               O mistério da história é um assassinato de mãe e filha na Rua Morgue.Nem a polícia francesa consegue desvendar o crime.
              Fiquei surpresa em saber que se tratava de um orangotango.Como foi inteligente a maneira que Monsieur Dupin desvendou o crime.
              Ao ler o livro percebi que se trata de uma história policial surpreendente e regrada de mistérios,não é a toa que foi considerado o livro policial moderno na época.
             Foi publicado em 1841 por Edgar Allan Poe,tendo suas obras marcadas por terror e gótico e foi também o 1º escrtior policial moderno

                                               Pamela da S.Ribeiro 1ºB
                                                          Nº21
                                                    Giovanni
                                              

domingo, 3 de outubro de 2010

Fernando Pessoa Poesia

Obra: Fernando Pessoa Poesia
Editora: Agir

Fernando Pessoa foi um poeta e escritor português que dedicou sua vida à criar. Em suas criações desde os 7 anos até o leito de morte criou outras vidas usando heterônimos ( nome imaginário usado por um autor para mostrar um criador com características diferentes).
Suas poesias não são tão simples de entender, parecendo confusas algumas vezes. Gostaria de comentar sobre as três poesias deste livro que me chamaram a atenção:

1. Natal (Fernando Pessoa) - páginas 33,34

Essa poesia possui 3 estrofes e 12 versos e descreve com clareza a tristeza de uma noite fria de natal no hemisfério norte. Alguém sozinho e sem esperança comenta sobre as noites de natal de uma família unida e feliz.
A palavra "branca" foi usada para descrever a neve, a palavra "aconchegante" mostra as noites de inverno e o adjetivo "profundo" mostra a força do sentimento.

2. Marinha (Fernando Pessoa) página 32

Entendendo o significado de algumas palavras que aparescem no poema de 3 versos e 12 estrofes:
improfícuo: que não dá proveito, inútil
ditoso: feliz

O profissional da marinha é um amante do mar, apesar das tristezas das despedidas nos portos e dos planos, que muitas vezes não conseguem realizar por causa de suas idas e vindas. Eles se dedicam ao trabalham e passam a maior parte de sua vida em alto mar. Se não estão no mar não se sentem felizes. O poema "Marinha" descreve a vida do profissional que se dedica as viagens pelos mares.

3. Qualquer música ( Fernando Pessoa) páginas 32,33

Na poesia aparecem algumas palavras que é preciso estudar para então entender os versos:
jota: a décima terceira letra do alfabeto
harmônio: instrumento musical da família do órgão
realejo:instrumento musical , espécie de órgão mecânico portátil.
fado: dança portuguesa
Senti que o autor queria mostrar a importância da música na vida das pessoas. Qualquer música, qualquer rítmo, sentimentos de alegria, incerteza, confusão e porque não a música fala ao coração.

Daniela B. Kallas
Segundo ano A
C.S.J.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Noite na taverna

             Autor: Álvares de Azevedo
             Editora:Martin Claret

      A história passa em uma taverna onde se encontra reunidos um grupo de jovens(Solfieri,Bertram,Gennaro,Johann,Claudis Herman) que contam histórias de assuntos diversos,todas são trágicas,cheia de vícios e de crimes,todos os casos são de amor pervertido com delírios absurdos.Endomados pela bebedeira e o cigarro eles falam de necrofilia,violência e até morte.
      O livro é apresentado em sete capítulos: o primeiro é Uma noite do século,o segundo Solfieri, o terceiro Bertram,o quarto Gennaro,o quinto Claudis Herman,o sexto Johann e o sétimo Último Beijo de amor,onde os próprios personagens narram suas histórias.
       Ao ler o livro tive a impressão que seria tedioso,mas a cada página que li foi ficando mais interessante,pois a história é cheia de surpresas e suspenses.Apesar do livro ser repleto de assassinatos e dos narradores serem pessoas perigosas,o livro tem um ponto positivo que é a valorização do amor.
       Foi publicado em 1855 em dois volumes e faz parte do segunda fase do Romantismo no Brasil.
       Álvares de Azevedo teve suas obras marcadas por assassinatos e um forte sarcasmo e o amor é sempre idealizado.
                
                                   Pamela da Silva Ribeiro 1º B 
                                                    N°21
                                                Giovanni
                                                             
      

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Poemas Completos de Alberto Caeiro

Autor: Fernando Pessoa (texto integral)

Editora: Martin Claret

Ao ler este livro pude perceber como o autor Fernando Pessoa é um dos maiores escritores, já que com seus heterônimos consegue expressar tudo o que sente. Neste livro, quem é apresentado é Alberto Caeiro, o qual possui as seguintes características: a busca pela simplicidade; o desprezo pelo pensamento filosófico que deixa o indivíduo “doente dos olhos”; o contato com a natureza, a sua preservação e o não questionamento sobre a morte( ou seja, a aceitação desta), já que um dia todos morrerão; o uso de linguagem simples, versos livres e brancos, além de muita comparação. Essas e outras características marcaram o autor como modernista, em que o desapego às regras e a originalidade estavam completamente sendo cultuados. Esse “lado” de Pessoa recorda-me o Arcadismo, em que a valorização da natureza, do amor verdadeiro, da vida simples e a grande evocação de pastores e seus rebanhos eram extremamente marcantes. Ao contrário de outros livros de poesias que eu já tive a oportunidade de ler, este é diferente, em que cada poema não tem título e sim são como três textos discursivos e argumentativos (O Guardador de Rebanhos; O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos), em que predominam as "fases da vida" do Alberto Caeiro e têm características que remetem à estrutura da poesia.Com a leitura desta obra pude perceber o quão desperdiçamos nossa vida pensando e observando nas ações dos outros, sendo que no fundo deveríamos ter a simplicidade, parar de reparar nos outros, erguer a cabeça e seguir em frente, sem olhar para trás, assim como dissera Caeiro:

“Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rastro,
Que a passagem do animal, que fica lembrada no chão.
A ave passa e esquece, e assim deve ser.
O animal, onde já não está e por isso de nada serve,
Mostra que já esteve, o que não serve para nada

A recordação é uma traição à Natureza,
Porque a Natureza de ontem não é Natureza.
O que foi não é nada, e lembrar é não ver.

Passa, ave, passa, e ensina-me a passar!”

Assim, com esse poema temos um incentivo para não se prender ao passado e fazer uma nova vida a partir do presente.

Eu gostei dos poemas, embora não tenha compreendido todos, pois alguns utilizam diversas comparações entre coisas abstratas e concretas;pensamentos vagos; que às vezes, deixam o leitor confuso e sem uma “resposta” de leitura. Mesmo assim, recomendo a todos este livro e acredito que será de grande aprendizado e crescimento pessoal.Entrar em contato com a obra de Fernando Pessoa vale muito a pena pelos seus heterônimos e a “vida”, o jeito de cada um que com certeza atinge e identifica com a diversidade cultural do nosso imenso Brasil.

Aluno: Matheus da Silva Souza n°: 23

Série: 2° Turma: A

Professor: Giovanni

CSJ


Marília de Dirceu (Tomás Antônio Gonzaga)

Tecnicamente é dividido em três partes. Em sua primeira parte, Gonzaga escreve poemas que contém o pastor Dirceu falando da beleza de sua amada, Marília. Também fala o quanto ele precisa dela e que não é qualquer um que a merece, faz confissões de amor e até projeta sua vida futura, com sua mulher – Marília – e filhos. São poemas escritos antes de Dirceu ser preso.
Todos os poemas são escritos durante a prisão de Dirceu, na ilha das Cobras. Estes, contam como Dirceu se sente sozinho. Em todo o livro é possível perceber de forma explícita, algumas das principais características do Arcadismo, tais como: o bucolismo, o otimismo e ideal de vida burguês.
Como análise, podemos pegar como exemplo três poemas, de três partes distintas do livro. Logo na primeira lira (primeiro poema), podemos perceber a informalidade e simplicidade do eu lírico, com a idealização da vida no campo e com o ideal burguês. Vemos também a preocupação do mesmo com a aparência, e como ele se importa com os bens materiais, mas que estar bem é a principal coisa que se tem a fazer. Ele exalta seu amor com romantismo e faz comparações com o uso de metáforas. Já nesta parte, ele faz projeções para o futuro com sua amada, sempre idealizada.
Ao analisarmos a Lira XIX, podemos observar diferenças, em que o eu lírico já se encontra preso, e seu amor passa a ser somente idealizado e não concretizado. A tristeza e o sofrimento do eu lírico são marcas dessa lira, já que ele agora está só, tem somente o amor como companhia. Na fala, sempre está presente a fala romântica e calma, em que Dirceu tenta retratar da melhor forma seus sentimentos.
Na terceira e última parte, o foco passa a ser as traições e enganos. Diferente de outras partes do livro, agora o que toma conta de Dirceu é o pessimismo. Marília não é mais a única amada, uma vez que o eu lírico passa a citar outras pastoras nos sonetos, entrando no final do livro.
Foi publicado em 1792, ano em que Gonzaga fora exilado. Marília de Dirceu foi extremamente importante para a Literatura brasileira, ocasionando diversas edições do mesmo, gerando também o nome da cidade Marília, que fora em homenagem à Gonzaga – apesar de Gonzaga ser português.
Pedro de Souza Dias Nº25 1º ano ensino médio "A"

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Agosto (Rubem Fonseca)

Em uma mistura de fatos fictícios e reais – que permitem uma melhor localização do leitor no enredo -, o livro “Agosto”, de Rubem Fonseca, é uma narrativa policial que data a década de 1950 e que trouxe, em seu lançamento, polêmicas por focalizar o fim da Era Vargas.

Lançado em 1990, o livro retrata então um período transitório, ocasionado, principalmente, pelo Crime da Rua Toneleiros e o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954.

A obra, com linguagem de fácil entendimento e uso de termos um tanto coloquiais, conta a história do Comissário Mattos (em terceira pessoa) de uma forma que me pareceu bem impessoal. Apesar disso, certamente “Agosto” é capaz de manter no leitor um quê de suspense que se estende até o fim do livro, reforçado pelo clímax, que é representado na morte de Vargas.

Segundo tal narrativa, o comissário é chamado para solucionar o caso do assassinato do milionário Paulo Gomes Aguiar (no Rio de Janeiro). No mesmo período, um Major da Aeronáutica (Major Vaz) é ferido em um suspeito atentado. Ele estava com Carlos Lacerda, um dos grandes jornalistas e opositores ao governo de Vargas, que deveria ser o alvo do crime encomendado por um guarda particular do presidente Vargas – seu anjo negro. Mattos passa a acreditar então que o assassinato do milionário do qual se encarregara teria relação com o Crime da Rua Toneleiros, e a partir daí busca o dono do anel que fora encontrado na cena do primeiro crime. Quando descobre que o anel não pertencia ao anjo negro de Vargas (Gregório Fortunato, o mandante do atentado contra o jornalista), Mattos passa a correr riscos devido a suas investigações. E no fim, após tamanha agitação nacional, é – mais uma vez – como se nada tivesse acontecido.

“Agosto” mostra uma visão realista da política brasileira e proporciona agradáveis momentos ao leitor, mediante também a ampliação do conhecimento relacionado a tal contexto histórico, já que também envolve acontecimentos reais.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Antologia Poética - Carlos Drummond de Andrade

O livro Antologia Poética é um apanhado de obras do autor em que suas poesias são mostradas de forma livre e não há uma certa ordem para serem colocadas no livro.
Com todo o seu dom para fazer poesia e prosa, Carlos Drummond de Andrade achou que fazendo um livro onde houvesse todas as suas exclusividades ele conseguiria mostrar tudo o que queria e de uma vez só.
Os poemas abrangem variados estilos como amor, amizade, politica, sociedade e muitos outros em que levam o autor a dividir o livro em 9 partes.
Sobre os poemas, ja tinha lido um e só aumentou minha admiração pelo poema entitulado Amar.
" Amar a nossa falta de amor, e na secura nossa/ amar a água ímplicita "
Poemas contando a cidade natal do poeta também é surpreendente e nos faz conhecer um pouco mais de sua história.
Adoro Carlos Drummond de Andrade e lendo sua obra só aprendi a gostar mais dele. Mesmo sendo só poesias e estas não estando em ordem cronológica, Drummond passa tudo o que precisa nos envolvendo em seu poema.

" Chegou um tempo em que a vida é uma ordem. A vida apenas, sem mistificação "
Carlos Drummond de Andrade